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segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

rodeio norte americano

História do Rodeio
O homem, há centenas de anos, busca através de sua inteligência e de seu vigor físico, exercer o domínio sobre os animais, afim de domesticá-los, para seu usufruto.
Imaginemos duzentos anos atrás, alguma pradaria no interior do Texas, o cowboy campeando gado, não existiam cercas, o sol inclemente poderia deitar por terra aquele mais despreparado. O cavalo, era seu instrumento de trabalho, seu roubo punido com a forca, em caso de dívida a última coisa a se vender era o cavalo. Com o passar dos anos, o sistema de doma, destes cavalos evoluiu, criaram-se novos estilos (sela, americana, bareback, cutiano); alguns cowboys mas ousados puseram-se a montar em touros, e sempre será assim, o homem buscando superar e superar-se em todos os desafios.
Criaram-se espetáculos, competições, campeonatos, federações, surgiram juizes, locutores, palhaços salva-vidas, madrinheiras, tropeiros e promotores de eventos, nasceram vários profissionais de rodeio, que devotam seu tempo e habilidade em dar suporte a este mercado "esportes" de maior crescimento do mundo.
Algumas empresas já descobriram o potencial do rodeio no país, cite-mos as cervejarias com seus comerciais, latinhas personalizadas, merchandising específico, empresários brasileiros que tem procurado buscar contratos de representação de exclusividade de produtos americanos, criando identificação de marcas com o esporte, inaugurando novas lojas, casas de espetáculos, programas de TV e revistas voltadas a este segmento. Fábricas de cigarros, de automóveis e pneus, dirigiram-se para este setor.
São cerca de 1.200 (mil e duzentos) festas de rodeio, realizadas no Brasil ao longo do ano, atraindo um público jovem, e cada vez mais numerosos, movimentando valores superiores ao conquistado nos campeonatos de futebol, são mais de 24 (vinte e quatro) milhões de pessoas.

BARRETOS 2007 - COMITIVA AMIGOS DO RODEIO

Rodeio em Touros Barretos

clip touro Bandido 2

Montaria em Touros-André, Jordani, Derso e Ítalo.

PBR RODEIO SHOW - JI-PARANA - RO

domingo, 16 de janeiro de 2011

guilherme viganó reginaldo buguinho e jocemar telles laçando

Treino de laço cumprido Faz Santa Maria

Vaca mecânica p/ treino de laço

Vaca Mecânica (Aio Basso)

Vaca Mecânica - Emikael

Vaca-Mecânica

Simulador de laço gaucho, Treinando tiro de laço

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010


Dicas de Laçador
  • Laçadores profissionais costumam estrear corda nova numa competição e depois destiná-la aotreinamento. Mas isto não é regra geral. Tem competidor que prefere variar até no tipo de corda: de polietileno no treinos e de poligrass nas provas.
  • Para que as cordas de nylon e poliéster não endureçam, nem enrolem ou fiquem torcidas com o excesso de calor, molhe a sacola onde elas são alojadas.
  • Para que as cordas de nylon fiquem bem conservadas, deve-se jogar talco dentro da sacloca onde elas forem guardadas.
  • Condições climáticas afetam as cordas. Portanto, numa competição, é aconselhável se levar cordas variadas, macias e ásperas, algumas novas e outras mais usadas.
  • Quando os bezerros usados nos treinos forem grandes e mais bravos, o desgaste das cordas é maior. Se o treinamento for diário, as cordas devem ser substituídas em uma semana.
O bom balanceamento de uma corda está diretamente relacionado com os cuidados que o cowboy dispensa a ela. A maior parte dos problemas, como torções, endurecimento e dobras são causados por falta de cuidados.


Qual a corda ideal para o laçador?

O modo mais sensato de se descobrir qual a melhor corda é usado vários tipos. Existem dois diâmetros mais usados: a de 3/8 (menor e mais leve) e a 7/16 (mais grossa e pesada). Cada diâmetro vem com uma determinada quantidade de "lays"(o fator que endurece), que varia de macio para áspero. Equipamentos modernos podem fabricar cordas de diferentes medidas e comprimentos, com diversos níveis de flexibilidade, os conhecidos "lays"(camadas). Estes níveis variam desde o "extra-soft" (extra macio) até "hard" (duro), e camadas internas "medium soft" ou "medium hard". A escolha da corda ideal, de acordo com o grau de maleabilidade e flexibilidade, fica por conta de cada cowboy.
Laçadores profissionais sugerem para quem está começando a 3/8, na categoria média onde o menor tamanho deverá ser 10,5 metros. O ideal seria que o iniciante começasse com uma corda um pouco mais dura do que a pretendida; com o uso ela ficará mais macia.
Para o cabeceiro que laça a cabeça do bezerro acorda ideal é a mais grossa e pesada. Indica-se a 7/17 macia ou média, com 9 metros de comprimento. Inicie usando a média. Depois passe para a áspera.
Como Girar a corda

            Não leva muito tempo para um laçador novato descobrir que o giro da corda é o fator mais importante durante o seu aprendizado.
            O experiente profissional de Team Roping também sabe o quanto é importante esta parte do treinamento, e por esta razão ele está  continuamente revisando e melhorando o seu giro.
            O principal aspecto do giro é quando você está trazendo a corda e não empurrando.

Quando estiver girando o laço lembre-se do movimento de puxar, pois se você "empurrar" o giro, a sua corda estará totalmente sem ação quando atingir o alvo, ou seja, quando alcançar o boi. Além disso, se você não estiver num posicionamento de corpo ideal, a sua laçada será apenas mais uma e você provavelmente terá errado a mesma. Você precisa trazer o seu giro, o braço e a corda por fora do chifre direito do boi, desta maneira você terá grandes chances de laçar o boi.
 Há situações em que o laçador trará a sua corda apenas pela metade, não há força neste giro seja laçando pé ou cabeça. Você deve começar o giro com a palma da mão afastada do seu corpo e mais alta do que o seu ombro, para que a corda gire livremente sobre a sua cabeça. Se você começar o giro em uma altura abaixo do ombro, certamente você será atingido pela sua própria corda.
 
Freqüentemente o peseiro irá girar a corda na posição onde a sua mão se encontra em frente ao seu olho esquerdo. Isto fará com que a corda esteja indo em direção ao chão pelo lado ESQUERDO do boi .Você já viu uma corda entrar no boi por este lado? Não. Você precisa manter a visão do boi que deseja laçar entre as suas mãos, para que você enxergue o alvo e consiga acertar a corda. Se o seu cavalo abaixar a cabeça cedo, você não deve pender o corpo para a esquerda e por cima de sua cabeça.Você quer pender para direita , deixando uma janela para o alvo entre as suas mãos. Desta maneira você terá força para trazer a corda porque estará posicionado de maneira ideal

Quando estiver laçando PÉ comece a sua laçada mais alto do que a sua cabeça. O primeiro giro deve estar direcionado por cima do olho esquerdo do seu cavalo. Você quer a ponta da corda direcionada para baixo na frente e alta atrás, movimentando-se por cima da garupa do boi. Mantenha-se posicionado corretamente porque é nesta hora que você conseguirá o "ponto" para arremessar a sua corda.
Quando estiver laçando cabeça você deve ter os quadris e o ombro direito para trás , assim você será capaz de visualizar a sua puxada, e aonde o peseiro se encontra localizado na pista e em relação a você. Você verá muitos cabeceiros olhando para frente o tempo todo, apenas tentando adivinhar o que peseiro está fazendo. Este posicionamento de corpo, teso e quadrado interferirá com a preparação do cavalo em se posicionar para a laçado do pé. Na verdade a garupa do cavalo deve estar desimpedida para fazer uma meia volta.
 

Assim que você laçar e enrolar a corda no pito da sela, você deve apoiar todo o seu peso no estribo esquerdo para que o seu pé direito fique livre para poder movimentar-se. O seu pé direito deve manter-se dentro do estribo com os dedos apontados para baixo. Este posicionamento permitirá a você manter a puxada com segurança.
 
Agora, se você enrolar a corda no pito e apoiá-la na perna, quando iniciar a sua puxada você estará quase que se amarrado a sela, desta maneira impedindo a sua movimentação. Após uma enrolada e puxada corretas, você deve usar o seu pé direito um pouco mais atrasado para ajudar o seu cavalo a fazer o ROLL-BACK


Caso queira ver tudo isto na prática é só  nos fazer uma visita no Centro de Treinamento de Animais Bela Vista na cidade de Bandeirantes no Paraná e receber essas Dicas pessoalmente que serão ministradas por Edimílson, que tem um excelente Currículum como laçador.
Tiro de laço
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Tiro de laço é uma forma de competição a cavalo característica do Rio Grande do Sul. Nesta prova, o ginete tem o espaço de 100 metros para laçar um novilho que tenta fugir.
São importantes para o bom desempenho a qualidade da montaria bem como a habilidade do laçador.

Origem
Foi no município de Esmeralda na década de 50, que foi realizado o primeiro torneio de laço, em forma de competição e que deu origem aos atuais rodeios onde atualmente se realizam as provas de tiro de laço. É hoje uma das mais tradicionais provas campeiras.
Regras
A prova é realizada em uma raia de 100 metros, onde os ginetes devem laçar o novilho pelas guampas.Cada ginete tem cinco chances e as dez duplas com maior número de laçadas, volta a competir, dessa vez com duas oportunidades ABCCC. É uma prova considerada difícil pois os ginetes têm que ter muita força, concentração e domínio na hora de laçar, já que a laçada só é valida se for nas,guampas, do animal.Nesta competição não se avalia as qualidades do cavalo, e sim a aptidão do laçador. A armada deve ter o tamanho de 8 metros (circunferência) e mais 4 rodilhas de 25 cm cada.
Os Núcleos e ABCCC não se responsabilizam por eventuais acidentes que possam ocorrer durante a prova e no ato da inscrição os concorrentes assinarão uma ficha, isentando os promotores do concurso das responsabilidades apontadas anteriormente.
Fica proibido o uso dos seguintes recursos: martingala, rendilha e rédeas cruzadas por baixo do pescoço. Também o uso de peiteira, pescoceira ou similar como comando. Não será permitido o uso de tento ou barbante para prender a cola dos animais. É permitido o uso de gamarra e focinheira em couro.
Curiosidades da competição
  • Os concorrentes, quando gaúchos, deverão apresentar-se devidamente pilchados e, quando de outros estados, obedecerá indumentária de sua região.
  • Em crioulaços: Os laçadores somente poderão inscrever-se em Cavalos Crioulos confirmados (reprodutores, éguas e cavalos castrados), sendo obrigatório a apresentação do registro ou cópia autenticada. Nas demais competições todas as raças equinas são aceitas.
  • Retenção de rodilhas e laço rebentado invalidará a armada. Também ao concorrente que perder o chapéu ou qualquer objeto de uso campeiro.